O caminho para o primeiro Mundial Feminino na América do Sul ganhou rosto e cores neste domingo (25). Em cerimônia realizada na Praia de Copacabana, a Fifa e a CBF apresentaram a identidade visual oficial da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil.
A Identidade: Protagonismo e Simbolismo
A logomarca traz o troféu da competição em destaque, ladeado pelas letras “W” e “M”. O design é um jogo visual estratégico: o “W” faz referência a Women (mulheres, em inglês) e o “M” reforça a palavra em português, unindo o alcance global do evento à identidade do país-sede.
Embora o palco não tenha detalhado cada traço técnico, a mensagem ficou clara: o foco total está no protagonismo das atletas e na celebração do futebol feminino em solo brasileiro.
Autoridades e Expectativa
O evento reuniu a cúpula do futebol mundial. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, não poupou elogios ao potencial do país como anfitrião:
“O futebol feminino vai passar para outro nível graças ao Brasil. Esta vai ser uma grande festa para o país”, afirmou o mandatário.
Além de Infantino, a cerimônia contou com figuras centrais do esporte nacional e internacional, como o presidente da CBF, Samir Xaud, o ministro do Esporte, André Fufuca, e os técnicos Arthur Elias (Seleção Feminina) e Carlo Ancelotti (Seleção Masculina).
Contagem Regressiva
O Mundial de 2027 está agendado para ocorrer entre 24 de junho e 25 de julho. Com a logomarca revelada, a organização entra agora em uma fase mais intensa de preparo logístico e promoção das cidades-sede.
Conclusão: O Legado Além das Quatro Linhas
A escolha do Rio de Janeiro para o lançamento da marca não foi apenas simbólica, mas um lembrete do potencial turístico e cultural que o Brasil oferece. Ao trazer a Copa do Mundo Feminina para a América do Sul pela primeira vez, a Fifa sinaliza uma mudança de eixo no esporte, reconhecendo o continente como um celeiro de talentos que ainda carece de infraestrutura proporcional ao seu potencial.
Mais do que a busca por uma estrela no uniforme, o evento de 2027 representa uma oportunidade única de transformação social e estrutural. Espera-se que o torneio deixe um legado que vai além dos estádios reformados, incentivando novas gerações de jogadoras e consolidando, de vez, o respeito e a visibilidade que o futebol feminino brasileiro conquistou por direito.por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

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