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A Praça é Nossa estreia quadros novos nesta quinta-feira (19)

A Praça é Nossa de hoje, 19/02, vai ao ar às 23h00 e recebe uma série de personagens que prometem movimentar o banco mais famoso do Brasil. Carlos Alberto de Nóbrega comanda a noite ao lado de As Amigas, Os Caipiras Ricos, Paulinho Gogó, Chico da Tiana, Os Falidos, Porpetone, Bruna Feitoria, Kilbert, O Bêbado, Sangue, Cucurucho, Mané Marreco e Mhel Marrer, em uma edição marcada por novidades e encontros cheios de personalidade.

Abrindo a lista de estreias, Os Caipiras Ricos desembarcam na Praça com figurino extravagante e a autoconfiança de quem viu a conta bancária disparar da noite para o dia. Ernesto (Ton Prado) e Olinda (Xanda Dias), um casal do interior que enriqueceu de repente, tentam se adaptar à nova vida, mas acabam tropeçando na própria empolgação. Com correções gramaticais que só complicam ainda mais as frases, dúvidas inusitadas sobre carro elétrico que “precisa carregar no colo”, joias que eles acreditam ter pertencido a uma tal de Esmeralda e leituras bastante criativas de cardápios italianos, a dupla transforma cada relato em uma sucessão de mal-entendidos e gargalhadas.

Já em As Amigas (Renata Brás e Renata Del Bianco), um reencontro aparentemente afetuoso vira uma disputa elegante. Entre elogios exagerados, procedimentos estéticos “discretíssimos”, lembranças do colégio e maridos milionários, as duas mostram que a sintonia é grande, mas a competitividade é maior ainda. Cada declaração de carinho vem acompanhada de uma alfinetada sutil, transformando o banco da Praça em uma verdadeira passarela de vaidades.

Outro destaque da noite é o tradicional quadro de Porpetone, que desta vez encarna o espalhafatoso Bisneto, um autoproclamado craque da crônica esportiva. Com seu programa improvisado direto da “Praça”, ele distribui análises nada imparciais, estatísticas duvidosas e críticas afiadas a jogadores e times, ignorando as tentativas de Carlos Alberto de colocar ordem na transmissão. Seguro de si e dono de um microfone imaginário, Bisneto fala o que pensa — até perceber que uma de suas “vítimas” pode estar mais perto do que ele imagina.

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