A hérnia de disco é uma das principais causas de dor na coluna e afastamento do trabalho no Brasil e no mundo. Dados recentes da literatura médica indicam que entre 1% e 2% da população apresentará o problema em algum momento da vida, sobretudo entre pessoas de 30 a 50 anos, com maior incidência na região lombar. A condição ocorre quando o disco intervertebral sofre deslocamento ou desgaste, comprimindo estruturas nervosas e provocando dor, formigamento, perda de força e limitação funcional.
Apesar do impacto, a maioria dos casos pode ser tratada sem cirurgia. Estima-se que 70% a 85% dos pacientes respondam bem ao tratamento conservador, que inclui fisioterapia, medicação para controle da dor, mudanças posturais e fortalecimento muscular. No entanto, quando os sintomas persistem, há piora neurológica ou a dor se torna incapacitante, a avaliação com um especialista em neurocirurgia passa a ser fundamental.
Segundo estudos atuais, cerca de 10% a 20% dos pacientes com hérnia de disco necessitam de intervenção cirúrgica. Nessas situações, técnicas modernas, como a microdiscectomia e procedimentos minimamente invasivos, como a endoscopia de coluna, apresentam índices de sucesso entre 80% e 90%, com melhora significativa da dor e recuperação da qualidade de vida.
No Brasil, a neurocirurgiã Adriana Libório, atua no diagnóstico e tratamento dos casos de hérnia de disco que exigem acompanhamento especializado. Com abordagem baseada em critérios clínicos rigorosos, a médica prioriza inicialmente o tratamento conservador, indicando a cirurgia apenas quando realmente necessária. O cuidado envolve avaliação individualizada, análise detalhada dos exames de imagem e acompanhamento próximo do paciente no pré e pós-operatório.
A prática da Dra. Adriana Libório reflete uma tendência crescente na neurocirurgia moderna: unir tecnologia, técnicas menos invasivas e humanização do atendimento, reduzindo o tempo de recuperação e os riscos associados ao procedimento cirúrgico. “O objetivo principal é devolver funcionalidade e qualidade de vida ao paciente, sempre com segurança e indicação precisa”, destaca a especialista em sua atuação clínica.
Com o aumento dos casos de dor na coluna relacionados ao sedentarismo, má postura e envelhecimento da população, especialistas reforçam a importância do diagnóstico precoce e da orientação médica adequada, evitando a cronificação da dor e complicações neurológicas.
**Sobre a Dra. Adriana Libório**
Adriana Libório é médica neurocirurgiã, membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, com atuação nas áreas de cirurgia da coluna vertebral, neurocirurgia funcional e tratamento da dor e, neurocirurgia oncológica. Atende no Rio de Janeiro e também realiza consultas para pacientes de diferentes regiões do país. Podcast edinhotaon/ Edno Mariano





